Nós, por diversas vezes cometemos erros irremediáveis. Aqueles erros que doem na alma, que nunca se apagarão da nossa mente e principalmente, do coração.
Os erros mais comuns são os que cometemos por amor. Em nome do amor fazemos coisas absurdas. Deixamos o nosso orgulho de lado (nem sempre eu sei) e partimos para o abraço. Um abraço de carinho ou um abraço diretamente no asfalto, com direito ao pé inteirinho, enfiado com todo o louvor, na jaca!
É por essas e outras que poetas nasceram e morreram. Juntando gerações a clamarem versos e prosas numa só voz, como se todos os corações fossem apenas um.
Tenho lido muitos livros e percebi que o “tema” ou a “mensagem principal” sempre é o amor. Ah, o amor. Esse doce e amargo sentimento que muitos tiveram e continuam tendo a coragem de experimentar e outros temem e não querem nem passar por perto. Mas pra você aí que escolheu a segunda opção, não se engane! O amor sempre bate à nossa porta, queiramos ou não. E quando ele bate, pode até ser que digamos um até logo, mas ele vai bater e bater e bater quantas vezes forem necessárias pra mostrar que, nesse mundo, o amor é como oxigênio, simplesmente não vivemos sem. Não falo apenas de amor entre homem e mulher, daqueles “avassaladores arrasa quarteirão”, mas de todo o tipo de amor: ao sorrir, ao agradecer, ao orar, ao perdoar, ao pedir perdão e reconhecer os erros, ao chorar, ao esbravejar (sim, demonstramos amor dessa maneira também, senão, você simplesmente não se importaria), enfim, ao viver.
É amando que se é amado... Bem, quanto a isso eu discordo em partes, pois você pode sim amar e não ser amado (aliás, isso acontece muito!) e continuar a sentir aquela coisa boa dentro do seu coração, mesmo que não correspondido. Sofrimento a parte, é bom quando o amor toma conta do nosso íntimo e transforma tudo em flores. Flores vistosas, de fragrâncias únicas. O primor da vida é isso! Amor regando o seu jardim de sentimentos.
Fácil? Nunca!
Eu diria: necessário e às vezes, perigoso.
Uma certeza? Quero sempre!

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