Lilypie Fourth Birthday tickers

terça-feira, 22 de fevereiro de 2011

Escrevendo pensamentos

Nós, por diversas vezes cometemos erros irremediáveis. Aqueles erros que doem na alma, que nunca se apagarão da nossa mente e principalmente, do coração.

Os erros mais comuns são os que cometemos por amor. Em nome do amor fazemos coisas absurdas. Deixamos o nosso orgulho de lado (nem sempre eu sei) e partimos para o abraço. Um abraço de carinho ou um abraço diretamente no asfalto, com direito ao pé inteirinho, enfiado com todo o louvor, na jaca!

É por essas e outras que poetas nasceram e morreram. Juntando gerações a clamarem versos e prosas numa só voz, como se todos os corações fossem apenas um.

Tenho lido muitos livros e percebi que o “tema” ou a “mensagem principal” sempre é o amor. Ah, o amor. Esse doce e amargo sentimento que muitos tiveram e continuam tendo a coragem de experimentar e outros temem e não querem nem passar por perto. Mas pra você aí que escolheu a segunda opção, não se engane! O amor sempre bate à nossa porta, queiramos ou não. E quando ele bate, pode até ser que digamos um até logo, mas ele vai bater e bater e bater quantas vezes forem necessárias pra mostrar que, nesse mundo, o amor é como oxigênio, simplesmente não vivemos sem. Não falo apenas de amor entre homem e mulher, daqueles “avassaladores arrasa quarteirão”, mas de todo o tipo de amor: ao sorrir, ao agradecer, ao orar, ao perdoar, ao pedir perdão e reconhecer os erros, ao chorar, ao esbravejar (sim, demonstramos amor dessa maneira também, senão, você simplesmente não se importaria), enfim, ao viver.

É amando que se é amado... Bem, quanto a isso eu discordo em partes, pois você pode sim amar e não ser amado (aliás, isso acontece muito!) e continuar a sentir aquela coisa boa dentro do seu coração, mesmo que não correspondido. Sofrimento a parte, é bom quando o amor toma conta do nosso íntimo e transforma tudo em flores. Flores vistosas, de fragrâncias únicas. O primor da vida é isso! Amor regando o seu jardim de sentimentos.

Fácil? Nunca!

Eu diria: necessário e às vezes, perigoso.

Uma certeza? Quero sempre!

sexta-feira, 18 de fevereiro de 2011

Homem gripado

Esta semana eu tive a infelicidade de receber aqui em casa a gripe e a garganta inflamada. Bom, os afazeres continuaram os mesmos e as responsabilidades também não diminuíram. Ou seja, MULHER é bicho forte!
Eu disse que recebi as benditas enfermidades aqui em casa porque eu e meu filho ficamos muito mal. E graças ao bom Pai que o Mi não pegou nada... senão minha querida Danuza, eu estaria passando pela situação abaixo, com certeza!!! hahahaha

"Você já morou com um homem? E algum dia ele teve uma gripe, com febre de 38º? Se você passou por isso sem perder o juízo, é sinal de uma grande paixão, pois não há nada mais insuportável nesta vida do que um homem doente em casa. Eles ficam na cama, querem atenção o tempo todo e ai de você se não estiver totalmente disponível quando ele chamar. São umas de vezes para dizer que está com frio ou calor, umas 15 para pedir o termômetro, umas 20 para saber se não seria melhor chamar o médico. E tudo isso num único dia.

Qualquer mulher com gripe vai ao cabeleireiro e a festas, mas eles precisam de atenção, proteção, de preferência com você deitada ao lado, pronta para se levantar 37 vezes por hora para cuidar do bem-estar deles. Que querem que você faça as vezes de companheira, escrava, enfermeira e mãe.

Mãe, o mais glorioso papel de uma mulher, sim, mas não mãe de um homem daquele tamanho que você conheceu com um copo de uísque na mão querendo te seduzir. Toda a solidariedade aos que amamos, mas um homem doente é extremamente espaçoso e, quanto menos grave a doença, pior.

Quando você sai do quarto, ele pergunta: “Aonde você vai?” Ora, uma mulher só sai do quarto para ir: sala, ao banheiro ou: cozinha, mas qualquer febrinha afeta o cérebro masculino, e na hora em que você atravessa a porta eles se sentem abandonados para sempre.

Homens doentes têm o costume de gemer: quando se viram na cama, quando se levantam para entrar naquele banho que você preparou com tanto carinho e até quando respiram. E, se depois de três dias ele se levantar para ir: sala, vai precisar de sua ajuda para atravessar o corredor (gemendo, claro), como se tivesse quebrado as duas pernas. Ah, esses homens.

Enquanto ele estiver doente, não se atreva a sair de casa nem para ir: banca de jornal nem para ir: padaria, dar uma volta e arejar a cabeça, nem para uma simples aula de ginástica. Com homem doente em casa, mulher tem que estar: disposição full time, dia e noite, e sem parar para piscar.

Quer ter um pouco de paz ? Fique de olhos fixos no relógio e de dez em de minutos – não, de oito em oito – pergunte como ele está se sentindo. Ponha a mão na testa para verificar a febre e afofe os travesseiros, que devem ser pelo menos quatro: os dois dele e os dois seus. E você vai dormir sem nenhum? Mas é claro."

Danuza Leão