Lilypie Fourth Birthday tickers

segunda-feira, 7 de abril de 2008

Direto do outro lado do oceano: Fotos & Fatos

Quinhentos e cinqüenta mil relógios tocaram sinalizando 2 horas da madrugada. Era hora de levantar, afinal, o táxi passaria em casa às 3 horas para nos levar ao aeroporto. E a longa viagem começou aí.
Vamos pular alguns detalhes, senão, ficaremos até amanha aqui escrevendo.

Chegando no aeroporto, tudo certo. Tinha até um bendito, ou melhor, Manuel ou João que falava Português, é mole? Quando minha mãe precisou, não tinha um!!!!! Mas lei de Murphy é assim mesmo, é só precisar pra não ter. Despachamos as bagagens e fomos ao portão de embarque. O nosso vôo sairia às 6:05h e até então tudo conforme o planejado. Não sei se vocês viram, mas as rajadas de vento por aqui estavam um tanto quanto fortes, então, ao chegar em Amsterdam o pouso foi meio amedrontador. Mami quase voou ao descer as escadas.
Depois de uns minutinhos bem empregados no Freeshop (rsrsrs), fomos ao portão de embarque. Chegando lá... aquela várzea de sempre. Porque vôo para o Brasil é sempre assim? É incrível, mas pra qualquer (outro) lugar que você vai, é tudo organizado, com fila, civilizado... Bom, demoramos muito pra entrar no avião (entre outras coisas).
Havíamos reservado acentos onde desse pra colocar uma caminha para o Pedro. É um cesto que eles disponibilizam para os nenéns. Quando de repente... um dos acentos estava quebrado e estávamos impossibilitados de utilizar o tal cestinho. Rapidamente os comissários (roeram as unhas, rs) nos trocaram de lugar e até que nos demos bem, tivemos quatro lugares só pra nós (mas foi justo, pois só o cesto ocupava dois acentos).
No decorrer da viagem o Pedro vomitou, pois teve bronquite alguns dias antes e não sabemos porque ele foi “descongestionar o peito” logo no avião. Passamos alguns perrengues, mas chegamos na terra do calor! 28 graus e todo mundo nos esperando fervorosamente.

A volta pra cá foi mais tranquila, pois foi vôo noturno e o Pedrinho dormiu quase a viagem toda. Claro que ele chorou, rolou, se ergueu, pestanejou, resmungou, pulou... mas nada além disso. rs Mas como esse menino chorou nos primeiros 20 minutos! Ele berrava. Também pudera, os dentinhos estão nascendo e a dor deve ser horrível. Tadinho!

Saímos de São Paulo com 30 graus e chegamos aqui com 9 graus, chuva, nuvens... sem ninguém nos esperando... triste realidade!!

Nós ficamos muito contentes pelas visitas que recebemos (dos nossos grandes e queridos amigos e familiares) e todas as demonstrações de carinho que nos foram transmitidas. Pessoas que vieram de longe (bem longe), outras que estavam pertinho mas sempre preocupadas, outras que nos acompanharam nos passeios, um beijinho aqui, um abraço ali, conversas deliciosas etc…

O Pedro se desenvolveu bastante e está mais esperto que nunca. Batendo palminha, falando o idioma “gugudádá” por todos os cantos, querendo andar, ficando de joelhos na banheira pra pegar tudo o que há em sua volta. Ai ai, haja fôlego pra acompanhar esse furacãozinho.

Já havíamos tomado uma decisão antes de ir para o Brasil que seria voltar a viver lá. Agora estamos “trabalhando” esta idéia. São muitos detalhes, muitas coisas pra resolver, mas com certeza estamos felizes com isso. Mudanças nunca são fáceis, por isso, pedimos sempre que o nosso Deus nos oriente pelos melhores caminhos e o que Ele quiser, seja feito.

Agora chega de blábláblá e vamos para as fotos!




Um comentário:

Anônimo disse...

SAUDADES!!!!