Lilypie Fourth Birthday tickers

terça-feira, 1 de junho de 2010

AEROSMITH - WHAT IT TAKES (SÃO PAULO/2010)

Show, literalmente!



 
E lá estávamos nós nos preparando para o show do Aerosmith.



Confesso que desanimei um pouco depois de assistir àquela entrevista horrorosa que passou no fantástico, mas fã que é fã não desiste nunca.

Ingênuas como sempre, achamos que o estacionamento do shopping Bourbon estaria disponível com preços normais do dia-a-dia, mas aí é que nos enganamos! Custava simplesmente R$ 120,00. É isso mesmo, quase o valor do ingresso. Não houve outra saída e estacionamos na rua mesmo, e ainda assim, pagamos R$ 30,00.

Paramos no shopping um pouco e depois logo fomos para os nossos lugares: cadeiras descobertas.

Quando chegamos, nos deparamos com uma multidão que devia ter chegado há horas atrás e as donzelas ainda queriam escolher lugar, kkkkk. Bom, começamos a garimpar um espaço pra sentar e depois de uns 10 minutos olhando, encontramos.

O público no geral, era de pais e filhos, todo mundo bem tranqüilo. O único detalhe é que a lei anti-fumo não funciona em estádios, então, essa parte eu detestei!

A lua cheia brilhava e iluminava tudo, foi uma noite de clima super agradável.

O show começou quase on-time, às 21:36h.

Stiven Tyler, no auge dos seus 62 anos, deu um show com suas performances malucas e engraçadas. Carisma e uma voz inconfundivelmente perfeita é o que não lhe faltou. Joe Perry duelou com ele mesmo na versão “Guitar Hero” e ganhou é claro!

Que show!!!! Cantamos e quase ficamos roucas.

Resumindo: só faltou tocar “I don’t wanna miss a thing” pra ficar perfeito!


Setlist completo:



"Eat the rich"

"Back in the saddle"

"Love in an elevator"

"Falling in love (is hard on the knees)"

"Pink"

"Dream on"

"Livin' on the edge"

"Jaded"

"Kings and queens"

"Crazy"

"Cryin'"

"Lord of the thighs"

"Stop messin' around"

"What it takes"

"Sweet emotion"

"Baby, please don't go"

"Draw the line"



Bis

"Walk this way"

"Toys in the attic"

sexta-feira, 28 de maio de 2010

quarta-feira, 19 de maio de 2010

Mulheres, comentem!

Recebi este e-mail hoje e resolvi refletir sobre ele (sem levar em conta o preconceito... esse é assunto para outra postagem).

A reflexão não demorou muito tempo, pois uma idéia martelava minha cabeça: “então, todo homem deveria ser, pelo menos, 50% gay”.


Se isso acontecesse, eles seriam mais sensíveis (como gostaríamos) e não tão ogros.

Vamos ao dito cujo:


SINTOMA, NÍVEL GAY e OBSERVAÇÕES


Chegar aos trinta anos e não ter barriga. Com certeza é gay. Desnecessárias.

Chupar pirulitos. Viadagem ! As únicas coisas que um homem de verdade pode chupar é precisamente essas partes das mulheres que estão imaginando. Pros gaúchos, o chimarrão tá liberado.

Ter um gato. Somente um homossexual consumado tería um gato. Um gato é como um cachorro porém em versão bicha, se lava com sua propria lingua, come pescado e nunca se embebeda. Pode-se dizer que o homem que vive só com um gato em sua casa, vive em uma profunda relacão gay. Senão vejamos: um cachorro se chama com dignidade masculina, "Vem cá, seu corno safado" ou "sai daqui seu cão da moléstia", porém a um gato... "Bsss-bsss-bsss, kiti kiti kiti, vem belezinha, meu gatinho lindo", e ainda sai gritando com o gato no colo: - Tricolor, Tricolor!!!!!

Não ir à caça ou à pescaria porque não tem banheiro. Puto ! Um verdadero homem caga onde estiver.

Pedir café descafeinado, café com leite desnatado ou coisas similares: Bicha. Café é café, deve ser forte... é masculino! As únicas coisas que se podem adicionar ao café são conhaque e whisky, todo o resto é coisa de boiola.

Saber o nome de mais de quatro bolos. Baitola! Um homem só conhece o suficiente para o café da manhâ no botequim. Onde se viu um verdadeiro homem entrar em uma lanchonete e dizer "com licença, podería me dar duas porcões de "lemon pie" e uma de "brownies"? Com 20 times na primeira divisão e 25 jogadores em cada um... quem ainda vai ter lugar na memória para lembrar nomes de tortas...

Dirigir com as duas mãos. É muito gay. Putinho ! Se os "cowboys" conseguen laçar touros com uma só mão... por que um homem precisa de duas mãos para agarrar o volante. As duas mãos no volante só em dois momentos: ultrapassar ou tocar buzina; no mais, a mão direita deve estar livre para poder sintonizar o radio, falar pelo celular ou fumar, comer um sanduíche, segurar a cerveja, e passar a mão naquelas partes da mulher.

Adora dançar. Bichona ! Os homens só dançam por necessidade de arranjar uma garota, mas daí a adorar dançar...

Conhecer os nomes de atores e atrizes da moda e em que filmes ou novelas atuaram. Coisa de bichinhas... Um homem de verdade só se lembra de ter visto determinado ator em outro filme cortando cabeças com uma espada em cada mão.

Repara se uma mulher se veste bem ou mal e consegue lembrar de que cor era seu vestido. Viadaçooooo ! Um homem só se lembra de como estava bonita e da cor da calcinha que ela estava usando.

Checar a validade em todos os produtos. Bicha ! Vira homem, deixa de ser puto ! Um homem de verdade é imune aos produtos vencidos.

Só envia e-mails que falam da amizade, do amor, da ternura e outras bobagens que para cúmulo ainda estão ilustrados com flores e anjinhos, e no final te ameaça com algo terrível se você não passa-los adiante. Gayzão doente! Homem que é homem adora email de putaria! Mostrem sua hombridade e mandem isto a seus amigos.

segunda-feira, 3 de maio de 2010

Também podemos aprender a ser otimistas

Li esta matéria e achei super interessante... Cibele, aí está a resposta para uma de suas perguntas! Beijos a todos.

Por Omar Segura / EFE


"Um otimista vê uma oportunidade em toda calamidade, um pessimista vê uma calamidade em toda oportunidade", disse uma vez o político e estadista britânico Winston Churchill, que irônica, mas sabiamente, admitia que ele era uma pessoa otimista, porque "não parece muito útil ser outra coisa".

Aceitar as adversidades como algo inevitável, ser consciente de que os problemas não durarão para sempre e fazer o possível para solucioná-lo, são os ingredientes do otimismo inteligente. Não se trata de ver a vida cor de rosa, mas aceitar o que ela nos traz e trabalhar para trocá-lo.

"O otimismo é uma atitude mental que tem efeitos claramente positivos sobre nossa saúde física e psicológica, sobre a vida social e econômica, sobre o trabalho e sobre nossa sociedade em geral", explica o psicólogo e professor italiano Luigi Anolli, que dá aulas de psicologia cultural e psicologia da comunicação na Universidade de Milão-Bicocca.

Para o professor, declarar-se otimista ou pessimista pode parecer superficial, mas todos nós, nas ocasiões mais díspares, acabamos nos descrevendo de um modo ou de outro.

UMA PERSPECTIVA DA VIDA

Alguns percebem claramente como insuperáveis as dificuldades da vida, enquanto outros conseguem enfrentá-las positivamente extraindo delas força e lições para o futuro. Para Anolli, "o otimismo é uma perspectiva de vida que favorece a aplicação de soluções construtivas e realistas".

Ser otimista não consiste em exibir uma alegria permanente e tola, ou se motivar a cada dia na frente do espelho mediante afirmações positivas, tão irreais quanto enganosas. Segundo o psicólogo espanhol e especialista em risoterapia José Elías Fernández, a pessoa que é otimista inteligente tem o valor de ver a vida como ela é, com suas alegrias e tristezas, luzes e sombras, satisfações e problemas, adversidades e sortes."Trata-se de alguém que procura saídas e soluções criativas para os inconvenientes, que aprende dos erros, transformando o que para outros são fracassos em valiosas lições para o futuro", diz.

O otimista nasce sozinho ou é criado? Para Fernández, apesar de existir uma predisposição em cada pessoa a ser mais ou menos animada, positiva e alegre, também influi o ambiente em que se desenvolveu e como aprendemos a perceber o mundo. "O otimismo é uma atitude perante a vida que pode ser cultivada, ampliada e aprendida, como outras habilidades".

Para desenvolver o "otimismo inteligente", o especialista recomenda destinar a cada dia um pouco de nossa energia a uma causa nobre. Trata-se de atividades tão simples como ser carinhoso com a família, fazer um favor a um amigo ou organizar uma limpeza comunitária do bairro.

"Não importa o que se faça: o fundamental é que o que impulsiona nossos atos seja a paixão por algo alheio a nós. Uma vida na qual se prescinda de ajudar os demais ou que não tenha uma causa elevada, quase sempre se traduz em sensações de vazio, solidão e depressão. Quando alguém dedica sua energia a uma boa causa, se torna ativo e se enriquece", assinala.

O otimismo também se nutre de lutar por nossos sonhos. José Elías Fernández aconselha: "Se você quer mudar algum aspecto de sua vida privada, mas não conta com a aprovação de seus parentes e amigos, analise se há algo que justifique essa falta de apoio. Se não o houver, comece a pôr os alicerces para poder ir em busca de seu sonho".

Segundo o especialista, "é terrivelmente deprimente deixar que a opinião dos outros influa em nossa forma de entender a vida, mas o é ainda mais se nunca chegamos a crer em nosso potencial e em nós mesmos".