
A manhã passou tão depressa que eu gostaria realmente de ter uma máquina do tempo. As coisas boas sempre parecem durar pouco, não?
É gostoso sentir que o tempo passou, mas continuamos as mesmas crianças de sempre com aqueles papos intermináveis que poderiam varar algumas madrugadas para serem colocados em dia (com a diferença que agora o Papai do coração não estaria nos esperando com um chinelo na mão no meio da avenida - kkkk).
E o Guga tem as coxas mais grossas que eu já vi!!!! O ruim é que não dá pra morder sem deixar vestígios, hehehe. Meu sobrinho e netinho da vovó mais que do coração, nosso amorzinho.

O Pedro tirou uma foto igualzinha a essa com a vovó Tânia, vou procurar e quando encontrar, colocarei as duas lado a lado.
E aqui o tio Toti com o seu Pedrinho, só no aconchego!















Que habilidade nada... o legal é espetar o sushi como se fosse um churrasquinho (e que ele tivesse de preferência um gostinho de picanha). 












